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Novamente a vinícola O.FOURNIER retorna a Brasília OrtegaFpara apresentar seus vinhos, no renomado restaurante TOUJOURS, da 405 Sul, no jantar desta 6a.feira (09/10/2015). Seu proprietário José Manuel Ortega desta vez conversou com a editoria do DCV e nos proporcionou um excelente bate-papo sobre o trabalho na produção de seus incríveis vinhos. Vejam abaixo a entrevista completa (traduzido do espanhol - N.T.).

DCV - Além da O.Fournier ser sediada em Ribera del Duero, Espanha, sabemos que vocês também produzem no Chile e Argentina. Qual a escolha do perfil de produção nestes outros dois terroirs?
JMOrtega - Para selecionar Maule, fizemos mais de 30 visitas técnicas ao Chile para analisar em loco as oportunidades que este país poderia oferecer. Por fim, decidimos escolher Maule pela complexidade e pobreza de seus solos, a baixa taxa de chuvas, mas sobretudo pelo clima com temperaturas extremas no verão, com mínimas de 10 a 12 graus. Na Argentina também fizemos esforço em analisar vários terroirs e achamos nosso predileto em Valo do Uco, a 1200m de altitude. O solo não é tão complexo quanto da Espanha ou Chile, mas também de grande intensidade para as uvas.

DCV - 
Vocês tem fama de trabalhar somente com vinhedos antigos. Quais são as idades das parreiras, logoFourniertanto na Espanha, como Chile e Argentina?
JMOrtega - Para nós o mais importante é a qualidade da uva. Por isso somos exigentes com seleção do terroir. Nossa experiência diz que habitualmente nas melhores regiões para vinho de qualidade, predominam vinhedos antigos. Ademais nos vinhedos velhos dão uvas de mais intensidade e compexidade se comparados aos novos. Na Espanha trabalhamos com vinhedos de 30 a 75 anos na finca Él Pinar; no Chile com vinhedos de 60 a 120 anos, sendo a única vinícola a produzir todos seus vinhos com parreiras velhas. Na Argentina vimos trabalhando com vinhedos de até 80 anos.

DCV - Isto faz parte no DNA da O.Fournier; de usar vinhas velhas. Por quê esta escolha de produção?

JMOrtega - Em igualdade de condições, costuma-se obter uvas de maior qualidade em parreiras velhas pois produzem menos por hectare e mais complexidade porque as raízes das mesmas alcançam maiores profundidades.

DCV - Em poucas palavras, conte-nos como é o projeto de design dos rótulos das garrafas; com temas sempre astronômicos.
JMOrtega -
Sempre gostei de positivismo na vida, e pensei que os rótulos do meu projeto de vida deveriam levar o nome das estrelas. Todo o mundo gosta de ver as estrelas no ceú. Nos rótulos principais, temos nomes como: Alfa Crux (Alfa do Cruzeiro do Sul), Alfa Centauri e Alfa Spiga. Nas segundas marcas dos vinhos, estão: BCrux, Spiga e Centauri. Bcrux é a segunda estrela mais brilhante da constelação Cruzeiro do Sul.

DCV - Fale um pouco dos vinhos ícones da bodega, como O.Fournier Ribera e o Alfa-Centauri Blend. E dê duas indicações ao leitor do DCV de vinhos de bom custo/benefício, que é uma das qualidades desta vinícola.
JMOrtega - Os mais exclusivos são os rótulos vintage e se chamam O.Fournier, como a vinícola. Eles são produzidos nos três países e só elaboramos 3000 a 4000 garrafas por ano. É uma seleção às cegas de barricas de primeiro nível: que podem ser de qualquer casta selecionada.

O vinhos O.Fournier possuem preços desde R$ 45,00, de excepcional custo/benefício. E são vendidos por: Marly - VINCI, fone: 9304-0653. Urban Uco Chardonnay; Centauri Sauvignon Blanc; B.Crux Blend; Centauri Blend; Spiga; O.Fournier Ribera del Duero, são alguns dos exemplos de qualidade que indicamos.

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